Bem-estar entra no Top 4 da liderança em 2026 e muda o jeito de pensar resultados

O recado do mercado: eficiência continua, mas não sozinha

Um levantamento da Robert Half com 300 líderes e gestores que atuam, direta ou indiretamente, no recrutamento, mostra um ranking bem revelador do que está no centro das decisões em 2026. Produtividade e lucratividade aparecem empatadas no topo, com 52% das menções cada, sinal de que a pressão por eficiência, automação e revisão de processos continua forte. Logo atrás vem a retenção de talentos, com 46%. O dado que chama atenção é o quarto lugar: bem-estar, ligado à saúde mental e à qualidade de vida, citado por 44% das lideranças.

Bem-estar vira pauta estratégica e também obrigação

A matéria destaca que a saúde mental finalmente “entrou de vez no radar” de quem decide, e relaciona esse movimento às discussões sobre a NR-1, que tende a empurrar o tema também para o campo das responsabilidades formais das organizações. Na visão apresentada, qualidade de vida não aparece como um mimo, mas como um caminho para sustentar produtividade, engajamento e retenção ao mesmo tempo.

Tecnologia sobe no ranking, mas não resolve o humano

Fechando o Top 5, tecnologia aparece com 42% e com um salto relevante em relação ao ano anterior, indicando que IA, dados e integração de sistemas já estão sendo acompanhados pelas lideranças para além da área de TI. A leitura implícita é direta: o futuro do trabalho vai exigir um equilíbrio mais maduro entre performance, ferramentas e pessoas.

Um olhar do Instituto Movimento pela Felicidade e Bem-Estar

Para o Instituto Movimento pela Felicidade e Bem-Estar, esse ranking ajuda a reforçar uma tese que vem ganhando lastro: resultados mais consistentes dependem de ambientes onde as pessoas consigam trabalhar com saúde, sentido e vínculo. O propósito do Instituto é desenvolver, sistematizar e irradiar a Ciência da Felicidade, com foco em compreensão e aplicação prática em todas as atividades humanas.

Quando bem-estar vira prioridade de liderança, ele deixa de ser “programa paralelo” e passa a ser parte do modelo de gestão. Isso se conecta, inclusive, com o que o livro Pessoas felizes fazem coisas incríveis enfatiza ao falar de políticas que favorecem equilíbrio, como flexibilidadctar satisfação e retenção.

Conclusão: bem-estar não é custo, é infraestrutura de desempenho

Se 2026 está desenhando uma agenda que mistura eficiência com cuidado, a oportunidade é clara: tratar bem-estar como infraestrutura, não como decoração. A empresa que mede, ajusta e sustenta práticas de saúdeeis e a criar um ciclo virtuoso em que produtividade e permanência caminham juntas. E, no fim, isso é um jeito bem concreto de transformar a ciência da felicidade em prática cotidiana dentro das organizações.

Postagem inspirada na notícia “Bem-estar está entre as 4 maiores prioridades da liderança em 2026“.

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